sexta-feira, 29 de julho de 2011

AMD apresenta novo socket G34

Embora a notícia não seja tão recente, merece um destaque todo especial, pois A AMD nem tenha lançado oficialmente seu novo socket para os processadores de oito e doze núcleos que devem chegar em 2011, já preparam planos arremessadores para outros novos núcleos.

Este componente não é a única novidade da AMD. O processador de oito núcleos São Paulo, fabricado segundo o processo de 45 nm e com processadores Shanghai quad core é outra das inovações prometidas.
Outra novidade é o Magny Cours, um processador com 12 núcleos. Ambos os processadores vão ter ligações HyperTransport 3, 12 MB de cache L3 e 512 KB de cache L2 por cada núcleo.

A AMD está saltando de um processador de seis núcleos, de codenome Istanbul que deve ser lançado na segunda metade de 2011, diretamente para um processador de doze núcleos no ano seguinte, disse um porta-voz da empresa.
Até o mês passado, informes da AMD repetiam planos de lançar o chip de oito núcleos para servidores, de codenome Barcelona, em 2011. Montreal agora foi substituído pelo Istanbul, seguido de um produto de doze núcleos em 2011.

Processadores de doze núcleos vão lidar melhor com vastas cargas de trabalho que processadores de oito núcleos e são fáceis de ser produzidos, disse Randy Allen, vice-presidente e gerente geral da AMD, durante uma conferência.

A AMD também planeja lançar um processador de seis núcleos de codenome São Paulo em 2011. O chip vai incluir seis MegaBytes de cache L3 e suporte a memória DDR3. Os chips São Paulo poderão atender às necessidades de sistemas que não precisem de doze núcleos em seus chips.

Os novos chips serão mais eficientes no consumo de energia pois serão produzidos utilizando processos de 45 nanômetros, uma atualização ao processo de 65 nanômetro usado atualmente na produção do Barcelona.

A AMD, que está estrangulada financeiramente, está fazendo considerações técnicas e financeiras em saltar de processadores de seis para doze núcleos, disse Dean McCarron um analista da Mercury Research. Isso permitiria à companhia liberar mais núcleos nos chips enquanto entrega melhores margens de produtos e reduz custos de produção.
Para mais informações, acessem o artigo na íntegra no site do New York Times.

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